Guia do Alentejo

O Alentejo ocupa cerca de um terço do território de Portugal, embora nem sempre os portugueses se lembrem desse facto. Ultrapassando as clássicas “anedotas de alentejanos”, o resto do país começa a estar atento a uma região fascinante, diversificada sob o ponto de vista turístico e onde é possível fazer de tudo um pouco. Alargue a sua perspetiva com este pequeno guia do Alentejo:

Património e História

O Alentejo foi extensamente ocupado por populações pré-históricas, muito dinamizado pelos Romanos e fez parte dos tempos áureos da civilização islâmica da Europa Ocidental. Se pensou na monumentalidade de Évora, com a Sé, o templo de Diana e a praça do Giraldo, enquanto exemplos monumentais do passado no Alentejo, veja esta curta listMontemor_o_Novo_(Alentejo-_Portugal)_en_aquarelle_(2515043691)a sobre o que se pode encontrar nesta extensa região:

  • o bairro judaico de Castelo de Vide
  • Ruínas Romanas de S. Cucufate (Beja)
  • Museu Islâmico (Mértola)
  • Cromeleque dos Almendres (Évora)
  • Castelo de Portel
  • Anta de Pavia

Gastronomia e Enoturismo

Não param de surgir os elogios, a nível nacional e internacional, ao Alentejo enquanto região vinícola. Junte-lhe a gastronomia tradicional e tem um excelente pretexto para se demorar mais tempo.

Praias

Só se compreende que o Litoral Alentejano não tenha sido “descoberto” antes dada a ausência de grandes cidades ou portos ao longo desta costa, ao contrário do que acontece no Algarve e no litoral, de Lisboa ao Minho. Aqui encontramos turismo de praia “premium” em Troia e na Comporta”, “surf” na Arrifana e no Amado, praias urbanas na Zambujeira do Mar e em Vila Nova de Milfontes, restaurantes soberbos e mais “surf” em S. Torpes, e um pouco de tudo isto em Porto Covo, com “banda sonora” de Rui Veloso e uma ilha do Pessegueiro que parece saída de um conto de piratas.

Alqueva

São centenas de quilómetros de costa na maior albufeira construída pelo Homem na Europa. Pode fazer esqui aquático, vela, dormir num barco ou simplesmente observar as estrelas no céu noturno de verão, sem o incómodo das luzes das cidades. Reguengos de Monsaraz tem vindo a afirmar-se, além de centro enoturístico, como destino para o turismo astronómico.